Grupo Notória

Consultoria e Assessoria especializada em Gestão de Processos em Instituições de Saúde e Instituições de Ensino Superior.

Notória reúne na Avenida Paulista, seis gestores de distintas Instituições de Saúde para curso de planejamento orçamentário hospitalar

Durante os dia 02 e 03 de dezembro de 2009, a Notória reuniu em curso na Avenida Paulista  seis gestores de distintas Instituições de Saúde. Com a abordagem experiente do Professor Clóvis Luís Padoveze, assuntos como custeio abc, custeio baseado em atividades, departamentalização no sistema informativo e utilização da T.I como diferencial competitivo também no planejamento orçamentário, foram alguns pontos abordados.
 
 Em depoimento, Maria Aparecida Vieira Melo, do Hospital Ana Costa relatou: “O curso me auxiliou para a implantação e amadurecimento do orçamento na instituição que trabalho.”
 
Durante as discussões do curso nas abordagens sobre ERP´s e sistemas de informação disponiveis no mercado para auxílio do orçamento, Vinícius Eduardo Ricco, do Hospital UNIMAR, alegou que há uma grande carência no acesso por parte das instituições de saúde a sistemas de TI que abranjam as customizações necessárias para adequação na forma de faturamento de cada operadora de saúde existente nos hospitais. Na visão do Professor Luiz Clóvis Padoveze, existem sistemas competentes. No entanto, há falta de maturidade ainda no setor hospitalar para utilização da plena ferramenta. Para defesa de sua alegação, Padoveze abordou a utilização dos mesmos tipos de sistemas de informações em indústrias automobilisticas, que comandam mais de duzentos mil itens na fabricação de carros. Padoveze enxerga que as Instituições de Saúde passarão, nos próximos anos. por um grande avanço na maturidade de sua gestão orçamentária através do uso pleno de sistemas.

Sobre aquisições – que tipo de empresa comprar?

Todos os empresários, em algum momento, terão que responder a essa dúvida. 

Já me deparei, muitas vezes, com executivos que receberam indenizações e tinham, a partir daí, a intenção de trabalhar por conta própria, montando suas empresas.

Em outros casos, algumas empresas buscam um crescimento maior em seus mercados, é quando surge a dúvida, abrir uma nova unidade ou incorporar outra empresa?

Eu divido as variações em 3 modalidades:

1.       Abertura de uma nova empresa.

2.       Aquisição de uma empresa em funcionamento.

3.       Franquia, que seria a combinação entre as duas primeiras, já que uma unidade aberta terá o respaldo e aceitação de uma marca já existente.

Em todos os casos há vantagens e desvantagens, rendimentos maiores, riscos menores, enfim, é necessário analisar cada alternativa de acordo com a sua possibilidade de investimento e, só a partir disso, ter a decisão final. Vamos fazer um pouco disso…

Antes de definir o negócio onde você investirá, avalie as seguintes questões:

·         O que você espera de retorno e em que prazo?

·         Quanto se dedicará ao trabalho?

·         Qual é a sua dose de paciência e experiência na resolução de conflitos?

·         O desafio te fascina ou assusta?

·         A equipe que fará parte da gestão do negócio se alinha em que perfil?

Essas perguntas te auxiliam a refletir de forma geral, mas quando houver uma oportunidade específica, enquadre-a nas tuas necessidades e veja até que ponto vale o investimento.

Vou fazer uma breve análise sobre as 3 modalidades:

1 – Quando você abre uma nova empresa, terá que investir em toda a estrutura, marketing, contratação de pessoal, documentação e o mais importante, fazer com que o cliente chegue até você.

Isso gera custo, muito trabalho, muitas vezes erro e mais dificuldade.

A desvantagem é que você deixará de receber os clientes que já compram na empresa em funcionamento, por outro lado, se livra dos passivos que possam surgir, inesperadamente, ao assumir o negócio

Essa modalidade é mais vantajosa para quem tem maior capital para investir e menor capacidade em lidar com riscos, já que não precisa de um retorno imediato e tem capacidade de estruturar, a partir do zero, algo que jamais havia funcionado.

Repare que não é a opção das grandes empresas, já que estas sabem como administrar o risco e têm profissionais que conhecem os desafios que enfrentarão.

2 – Já esta, sem dúvida alguma, é a mais arriscada, até por isso, a mais lucrativa, desde que analisada por profissionais com experiência e conhecimento do mercado.

É a opção mais barata, quando bem realizada, por isso as grandes empresas compram outras no mesmo segmento, expandindo seus mercados e minimizando os investimentos.

Ao comprar uma empresa em funcionamento você receberá todas as dívidas que o negócio formou ao decorrer de sua existência, o que não é em si uma desvantagem, já que, simultaneamente, receberá toda a estrutura, equipe, marca, conceito e faturamento do negócio.

Ao fechar o contrato de compra, você, de imediato, terá clientes e faturamento, algo que só é vantajoso se o equilíbrio entre passivo e ativo, assim como todas as projeções futuras, forem bem analisados.

3 – As franquias são as opções mais procuradas pelos que querem a segurança de uma marca, com um faturamento garantido.

Sabem quanto faturarão nos próximos anos sem precisar se preocupar em inovar, criar, desenvolver… mas é aqui, que justamente, está o maior problema.

Ao adquirir uma franquia você não terá a liberdade de definir os rumos da empresa e direcionar os caminhos da marca.

Terá que caminhar segundo os conceitos estabelecidos pela franquia, sejam errados ou não e jamais terá a capacidade de gerenciar a sua empresa, da sua forma. Se você tem bons conhecimentos de administração essa modalidade não terá vantagens, se não tiver, poderá ser uma boa opção.

Por fim, para cada avaliação, uma decisão diferente e específica será necessária. Avalie o seu perfil, o perfil do seu capital, da equipe, da conjuntura econômica, dos ganhos

Se você não tem o conhecimento necessário, auxilie-se com especialistas e tome a decisão mais certeira.

  Por:  Leonardo Siqueira

Entradas antigas »